Você é diabético e não sabe, mas a diabetes tipo 2 tem cura para todos

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A diabetes é uma doença bem diferente do que se ouve falar. Inclusive a maioria dos médicos, não entende sua causa, e por isso a trata de forma errada.

E ao contrario do que muitos pensam, a diabetes tipo 2 tem cura, independente se a glicemia está um pouco acima de 80mg/dl. Ou se a pessoa já toma algum medicamento, como até mesmo a insulina injetável há mais de 20 anos.

Quer entender como é possível curar essa doença? Então continue lendo esse post e conheça melhor sobre a Diabetes.

Diabetes tipo 1

 

A diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, onde o próprio corpo ataca o pâncreas e este para de produzir insulina. A insulina é importante, pois sua função é colocar a glicose dentro de todas as células corpo.

Diabetes tipo 2

O pâncreas produz insulina em quantidade aumentada, mas ela não consegue colocar o açúcar para dentro da célula. Isso porque esta já criou uma resistência à insulina, e a glicose começa a se acumular no sangue.

 

Mas, em que momento um indivíduo fica diabético?

Quando o corpo deixa de ser 100% saudável e começa a ter a primeira dificuldade em metabolizar a glicose do sangue. E se continuar a perder saúde duas coisas passam a ser detectadas no sangue: a glicemia e a insulina. No início de forma extremamente leve, mas à medida que a perda da saúde vai aumentando, a quantidade delas vai se tornando cada vez maior.

 

Como acontece a diabetes?

Precisamos entender primeiramente como funciona o metabolismo do açúcar no organismo. Pois quando comemos carboidratos, por exemplo, eles são transformados em glicose. Essa glicose é utilizada por todas as células do corpo para gerar energia.

Mas, a glicose não entra sozinha dentro da célula, ela precisa da insulina, que faz o transporte pela parede celular. É como se a parede da célula, tivesse uma porta trancada, a insulina seria a chave que abriria a porta.

Quando o pâncreas detecta glicose sobrando no sangue, aumenta a produção de insulina para colocando glicose na célula. Mas, a célula tem uma capacidade limite. Quando esse limite é atingido, a célula bloqueia a ação da insulina em colocar mais glicose para dentro.

Essa situação é o principal fator da diabetes que é chamada de resistência à insulina.

Nesse momento começa a aumentar a quantidade de glicose circulante. O pâncreas ao detectar isso, produz mais insulina ainda. Mesmo assim, a célula continua trancada. Então a insulina leva toda essa glicose sobrando para o fígado.

 

Quais os efeitos da diabetes no corpo?

O fígado tem a capacidade de absorver o excesso e transformar a glicose em gordura. O excesso inicialmente é armazenado nas próprias células do fígado. Dando o início à doença chamada de Esteatose hepática, ou gordura no fígado. Inclusive os triglicerídeos, principalmente, e o colesterol também começam a aumentar.

Mas, a célula hepática também tem um limite muito pequeno para acumular a gordura, e quando esse limite é atingido, ela manda para todo o corpo, mas principalmente para as artérias, coração, cérebro e outras vísceras.

Como isso todos os nossos órgãos passam a trabalhar com menos eficiência, perdendo capacidade e todo o nosso organismo passa a perder mais saúde ainda de forma extremamente grave.

Quando você notar que aumentou o primeiro centímetro na circunferência abdominal, esse processo já está avançado, e os teus órgãos já tem excesso de gordura visceral, e com isso você terá perdido um percentual significativo da sua saúde.

 

Como se detecta a diabetes?

 

Ao medir a glicose e insulina no sangue é possível detectar a diabetes. E os valores máximos para garantir que o corpo ainda pode estar saudável, é a glicemia menor do que 80 mg/dl, e insulina menor que 3 uU/ml.

A medicina tradicional considera diabetes quando o nível de glicose está acima de 126.

E de pré-diabetes quando está de 110 a 125, e de glicemia de jejum aumentada quando está de 100 a 109, e considera erroneamente normal quando está menos de 99.

Se os valores do teu exame estão acima destes números você já é diabético, no conceito da Medicina da saúde, que busca ter uma saúde 100%, mesmo que a Medicina da doença diga que não.

 

Como a medicina tradicional trata a doença?

 

A medicina tradicional vai esperar até que a doença evolua ao ponto da glicose atingir valores acima de 126 mg/dl para ela poder medicar.

E ela medica utilizando remédios com o objetivo de romper a tranca da porta e colocar mais glicose para dentro da célula.

Isso foi comparado pelo Dr. Jason Fung, como se tivéssemos uma mala cheia de roupa e forçássemos para colocar mais roupa dentro. Isso é possível, mais vai amassar as roupas.

Assim também nas células, a Metformina consegue colocar mais glicose para dentro da célula, mas essa glicose não será utilizada como energia, pois a célula já tem o suficiente, e por isso a glicose ficará atravancando o espaço intracelular prejudicando as demais funções celulares.

Se o indivíduo continuar ingerindo mais carboidratos, a célula consegue criar mais resistência a entrada da glicose. O remédio não consegue mais diminuir a glicose no sangue. Nesse momento a Medicina da doença aumenta a dose do remédio.

Mas antes que alguém critique os médicos, você precisa entender que eles não são os bandidos da história. Os médicos querem salvar a vida do paciente, ao menos por algum tempo.

E, não critiquem os laboratórios por quererem lucros astronômicos fornecendo remédios paliativos, para diminuir a glicemia. Essa é a função deles, assim como a função das indústrias alimentícias, é de produzir os venenos que irão deixar as pessoas doentes, e estas querem comprar isso.

Todos os médicos dizem para um indivíduo que está com glicemia acima de 100 mg/dl que deve diminuir o açúcar, os carboidratos, e que deve fazer mais exercícios. Só que de uma forma quase suicida, os pacientes não fazem nada disso, e continuam com o estilo de vida doentio.

São os próprios pacientes que não querem adotar um estilo de vida saudável. Por isso obrigam os médicos a fazerem uso de remédios paliativos que não curam e nunca irão curar a diabetes.

Só resta ao médico pelo uso do remédio, por menos eficiente que seja a longo prazo. Pois ao menos eles diminuem a glicemia do momento, afinal se ela continuar alta causará muito mais danos ao paciente.

Todos os participantes diabéticos que acompanhei no PRO SER, e que se dedicaram moderadamente na aplicação dos vários recursos de saúde, curaram a diabetes, e pararam de tomar medicamentos, inclusive no uso de insulina. Alguns tiveram resultados em curto prazo, um ou dois meses, outros demoraram mais de um ano. Cada pessoa tem o seu próprio ritmo.

Para curar a diabetes tipo 2, o único caminho é recuperando a saúde. Recuperando o fígado, pâncreas, células, eliminando a resistência à insulina. E não basta só adotar uma alimentação com pouco açúcar e carboidrato, é preciso utilizar o máximo dos recursos de desenvolvimento da saúde, que falo nos vídeos, em suas vidas.

E não cometam a loucura de largar o medicamento antes de curar a diabetes. Ees são extremamente necessários para não deixar o problema se agravar.

 

 

E não se esqueça de compartilhar esse post com seus amigos. Desta maneira estará fazendo parte desta Corrente do Bem que deseja levar conceitos de desenvolvimento de Saúde para um número cada vez maior de pessoas. Para assim conseguirmos com o tempo, mudar a saúde no Brasil. Eu te desejo uma SUPERSAÚDE. Até a próxima.

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